Enquanto eu viver, haverá esperança!

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Religiosidade ou espiritualidade, o que estamos vivendo?



 “Então um homem chamado Jairo, dirigente da sinagoga, veio e prostrou-se aos pés de Jesus, implorando-lhe que fosse à sua casa porque sua única filha, de cerca de doze anos, estava à morte. Estando Jesus a caminho, a multidão o comprimia.Lucas 8:41-42

Havia um homem de nome Jairo que estava com problema em sua casa: sua filha estava para adoecer e com isso ele foi buscar em Jesus uma esperança para esta causa.
Interessante é que este homem – diz a bíblia – era dirigente da sinagoga. Ele era o presidente da sinagoga, tinha a responsabilidade de interpretar a lei, decidir sobre questões legais, administrar a justiça, abençoar os casamentos e decretar o divórcio. Este homem era o grande responsável por transmitir a mensagem da sua religião, que por sua vez falava a respeito do mesmo Deus que Jesus pregava. Mas então por que ele foi buscar em Jesus a solução do seu problema? Quebrando assim seus princípios morais e protocolos de sua instituição religiosa.

sábado, 13 de julho de 2013

Desobediência vs dependência


E disse: Um certo homem tinha dois filhos;
E o mais moço deles disse ao pai: Pai, dá-me a parte dos bens que me pertence. E ele repartiu por eles a fazenda.
E, poucos dias depois, o filho mais novo, ajuntando tudo, partiu para uma terra longínqua, e ali desperdiçou os seus bens, vivendo dissolutamente.
E, havendo ele gastado tudo, houve naquela terra uma grande fome, e começou a padecer necessidades.
E foi, e chegou-se a um dos cidadãos daquela terra, o qual o mandou para os seus campos, a apascentar porcos.
E desejava encher o seu estômago com as bolotas que os porcos comiam, e ninguém lhe dava nada.
E, tornando em si, disse: Quantos jornaleiros de meu pai têm abundância de pão, e eu aqui pereço de fome!
Levantar-me-ei, e irei ter com meu pai, e dir-lhe-ei: Pai, pequei contra o céu e perante ti;
Já não sou digno de ser chamado teu filho; faze-me como um dos teus jornaleiros.
E, levantando-se, foi para seu pai; e, quando ainda estava longe, viu-o seu pai, e se moveu de íntima compaixão e, correndo, lançou-se-lhe ao pescoço e o beijou.
E o filho lhe disse: Pai, pequei contra o céu e perante ti, e já não sou digno de ser chamado teu filho.
Mas o pai disse aos seus servos: Trazei depressa a melhor roupa; e vesti-lho, e ponde-lhe um anel na mão, e alparcas nos pés;
E trazei o bezerro cevado, e matai-o; e comamos, e alegremo-nos;
Porque este meu filho estava morto, e reviveu, tinha-se perdido, e foi achado. E começaram a alegrar-se. 
(Lucas 15:11-24)

"O conflito entre Deus e a raça humana não é uma questão moral, e sim relacional; não é uma questão de obediência e desobediência, mas de dependência e independência." Ed René Kivitz

Interessante que estamos acostumados a falar da nossa relação com Deus através de pecado e desobediência, mas com esta parábola citada por Jesus, há um rapaz que quer se livrar das obrigações e compromissos relacional com o pai (independência). A questão discutida é que se não temos um relacionamento com o Pai, é certo que viveremos uma vida promiscua e pecaminosa. Então a desobediência começa na INDEPENDÊNCIA do ser humano em viver longe de Deus, baseando sua vida na própria força e capacidade.


terça-feira, 9 de julho de 2013

Redescobrindo a fé e a esperança



"Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que se não vêem.(Hebreus 11:1)

Qual é o combustível da vida do ser humano para nunca desistir?

Vejo que o sentimento de FÉ e ESPERANÇA são as únicas forças que fazem as pessoas seguirem em frente e superar seus maiores limites, medos, inseguranças. Para alguns o que resta é a fé e esperança, mas fé e esperança em que? Não basta termos a fé e a esperança e não sabermos onde estamos aplicando todo esse sentimento.